Plástico

São materiais polímeros orgânicos (compostos por moléculas orgânicas gigantes) que  podem  ser  trabalhados até conseguir uma forma   desejada  por  meio de extrusão, moldagem, fundição em moldes ou fiação. As moléculas podem ser de origem natural, por exemplo a celulose, a cera e a borracha, ou sintéticas, como o polietileno e o náilon.  

Os plásticos se caracterizam por uma relação resistência/densidade alta, propriedades excelentes para o isolamento térmico e elétrico e uma boa resistência aos ácidos, álcalis e solventes. As enormes moléculas que os compõem podem ser lineares, ramificadas ou entrelaçadas, dependendo do tipo de plástico. As molé- culas lineares ou ramificadas são termoplásticas (amolecem com o calor), enquanto as entrelaçadas são termoendurecíveis (se endurecem com o calor).

Os primeiros plásticos foram o celulóide (nitrato de celulose), a baquelite, o plexiglás (polimetacrilato de metila) e o teflon (politetrafluoretileno).

Os plásticos podem ser classificados segundo o processo de polimerização (por adição ou por condensação), a forma de processamento (termoplásticos, termoendurecíveis ou elastômeros) e sua natureza química. A natureza química de um plástico depende do monômero que compõe a cadeia do polímero. Por exemplo, as poliolefinas são compostas de monômeros de olefinas que são hidrocarbonEtos de cadeia aberta com pelo menos um enlace duplo. O polietileno é uma po- liolefina cujo monômero é o etileno. Outros tipos de polímeros são os acrílicos (como o polimetacrilato), os estirenos (como o poliestireno), os halogenetos de vinil (como o cloreto de polivinil), os poliésteres, os poliuretanos, as poliamidas (como o náilon), os acetatos e as resinas fenólicas, celulósicas ou de aminas.

A fabricação dos plásticos e seu manufaturados compreende quatro etapas básicas: obtenção de matérias-primas, síntese do polímero básico, aglomeração do polí- mero como um produto utilizável industrialmente e moldagem ou deformação do plástico para sua forma definitiva. A maioria dos plásticos é fabricada hoje com derivados de petróleo. Não obstante, pelo fato de serem limitadas as reservas de petróleo mundiais, outras fontes de matérias-primas estão sendo estudadas, como a gaseificação do carvão.

Os plásticos têm cada vez mais aplicações nos setores industriais e de consumo. Uma das mais importantes é em embalagens: LPDE (sigla em inglês para polietileno de baixa densidade), polietileno de alta densidade (HPDE), polipropileno, poliestireno e cloreto de polivinil (PVC). A construção civil é outro dos setores que mais utilizam plásticos. Muitos são utilizados para isolar cabos e fios e o polies- tireno aplicado em forma de espuma serve para isolar paredes e tetos. Também são feitos em plástico materiais para portas, janelas e tetos, molduras e outros artigos.

Outros setores industriais, em especial os fabricantes de automóveis, dependem também dessas substâncias. Como exemplos de aplicação em produtos de consumo estão os brinquedos, malas e artigos esportivos.

Fonte de pesquisa da matéria acima: Enciclopédia Encarta 2000

AS VÁRIAS UTILIDADES DAS RESINAS PLÁSTICAS

1

 Polietileno teraftalato

Garrafa de refrigerantes.  E a resina mais cara, capaz de manter aprisionadas bolhas de oxigënio

Tapetes, penugem das bolas de tenis

 Polietileno de alta densidade

Garrafas de água, recipientes para detergentes líquidos e cabos de utensílios. É barato e forte

Cadeiras e latas de lixo

3

Vinil ou polivinil clorido

Recipiente para óleo e embalagem de alimento.  É transparente e resistente à degradação do óleo

Esteiras de chão, canos, mangueira

 Polietileno de baixa densidade

Embalagens de biscoitos e massas.  É bastante flexível

Saquinhos de supermercado

5

Polipropileno

Recipiente para ketchup, iogurte, margarina.  Flexível e resistente à umidade

Recipiente para tinta

6

Poliestireno

Copos de café e utensílios domésticos plásticos.  Pode ser usado de forma rígida ou como espuma

Canos, latas de lixo

7

Outras resinas

Várias resinas que podem ser misturas com cola e metal, entre outros

Vários como "madeira plástica"  usada em móveis

Fonte de pesquisa: Revista Superinteressante - junho 1995

 TÉCNICA UTILIZADA PARA ESTAMPAGEM POR INJEÇÃO

 

UMA MISTURA DE MATERIAL PLÁSTICO GRANULADO ( A CARGA), QUE DESCEU DE UMA CANOURO NA QUANTIDADE PREESTABELECIDA É FUNDIDA NO CILINDRO AQUECEDOR POR MEIO DE ALGUNS ELEMENTOS CALEFATORES (ILUSTRAÇÃO ACIMA)

O PISTÃO COMPRESSOR, INTERMITENTE, IMPPULSIONA ACARGA FUNDIDA PARA A CAVIDADE DO MOLDE; DEPOIS RECUA ENQUANTO O MATERIAL ESFRIA, SOLIDIFICANDOSE NO MOLDE.  a OPERAÇÃO É FEITA POR COMANDO ELETRÔNICO E DURA POUCOS SEGUNDOS.  nA FOTO VEMOS UMA OPERAÇÃO DE DESCARGA: DO MOLDE ABERTO É EXTRAÍDA UMA PEÇA.

RECICLAGEM

A reciclagem do plástico é controlada nas próprias embalagens, através do números apostos dentro do símbolo de reciclagem.  A numeração no Brasil e em outros países vai de um a sete (veja quadro acima).  A única exceção é a Alemanha, onde anumeração vai de um a oito.  Lá usa-se o número 7 para objetos feitos com uma resina específica chamada ABS.

O vidro, alumínio e o papel não necessitam de uma numeração porque os materiais usados nas embalagens e recipientes são muito parecidos.

FONTE  DE  PESQUISA  DAS MATÉRIAS ACIMA

ENCICLOPÉDIA  MICROSOFT  ENCARTA 2000 E REVISTA SUPERINTERESSANTE

OBSERVAÇÃO

Continuamos a pesquisar outras fontes que tratam deste assunto para futuras inserções nesta página. Aguardem.

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