|
Lixões agüentam só mais um ano - SP
Os dois principais aterros sanitários de São Paulo estão
próximos de seus limites de capacidade. A constatação é da
Prefeitura. Seus técnicos já buscam alternativas. Entre elas,
novas áreas para aterros, centros de compostagem e estímulo à
coleta seletiva
Se a Prefeitura não apresentar uma proposta rápida, capaz de,
a curto prazo, equacionar a destinação do lixo produzido pelos
10 milhões de habitantes de São Paulo, uma séria crise de
caráter sanitário poderá ser aberta na cidade. Hoje, nada
menos do que 17 mil toneladas de lixo são geradas no
município. Seu destino: dois imensos aterros sanitários e um
de inertes (entulho), em Itaquera. Tudo estaria bem se esses
dois aterros – que além do lixo domiciliar recebem uma parte
do lixo hospitalar – não estivessem a um passo de sua
saturação. Na verdade, eles têm mais um ano de "vida". Um ano
e meio, talvez.
Essa previsão é confirmada pela próprio Departamento de
Limpeza Urbana do Município de São Paulo Limpurb). Cálculos da
autarquia mostram que o Aterro Bandeirantes, localizado no
quilômetro 26 da rodovia dos Bandeirantes, e o Aterro Sítio
São João, na Avenida Sapopemba, zona leste da cidade, já estão
em rota irreversível de desativação.
Por hora, especialistas na área de resíduos sólidos divergem
sobre a escolha da melhor destinação a ser dada ao lixo da
capital paulista. Opções como os incineradores, a procura de
novas áreas para a instalação de aterros, a compostagem e a
ampliação da coleta seletiva – essa, defendida por todos –,
estão entre as saídas para o futuro do lixo paulistano.
fonte: Diário do Comércio - www.dcomercio.com.br
fonte:
www.setorreclicagem.com.br |